1UP: Prévia de Spore

O 1UP publicou uma prévia especial de Spore nas vésperas da E3. É um artigo gigante que revela muitas novidades de como o jogo está agora, comparado à demonstração na GDC do ano passado. O 1UP foi convidado pela Maxis para conferir a versão atual do jogo e conversar com a equipe, e eu vou dar uma resumida em todas as novidades logo abaixo, mas se você souber inglês, vale muito a pena ler o original.

O jogo terá seis fases: Poça, Criatura, Tribo, Cidade, Civilização e Espaço, e cada uma dessas fases é baseada em uma jogabilidade (Pac-Man, Diablo, Populous, SimCity e Civilization, respectivamente). Embora as mecânicas do jogo sejam bem complexas, você não vai precisar se preocupar em pesquisar espécies ou saber de biologia se não quiser porque as fases são construídas em desafios para os jogadores que querem só cumprir algumas missões e evoluir.

A Maxis chama Spore de um “jogo massivo de um jogador”, e o sistema de compartilhamento será inteligente. Ele vai verificar como o jogador joga (em que fase ele está, o quão poderosa é a sua espécie, etc.) e vai preencher o mundo e a galáxia com oponentes à altura. “Nós estamos tentando pegar os melhores aspectos do multiplayer — que são todos esses jogadores colaborando para construir um mundo juntos — sem todos os problemas de todos estarem envolvidos no mesmo ambiente, disputando entre si, sem ninguém poder ser um herói”.

Sobre os editores, a ideia é que o jogo se adapte o máximo possível para as escolhas do jogador. Por exemplo, uma criatura sem mãos não vai poder aplaudir, então ela irá fazer uma reverência. No entanto, a Maxis sabe que, já que as possibilidades dos editores serão quase infinitas, não é possível prever tudo o que os jogadores poderão fazer. Lucy Bradshaw, a produtora executiva, diz que eles imaginam que o jogo saberá lidar com as criações dos usuários aproximadamente 80% das vezes.

O editor virá com um modo de teste para que o jogador possa testar suas criações antes de colocá-las no mundo e se depararem com uma criação que vai impedir eles de evoluir. Assim, o jogo deixará a escolha com o jogador, de melhorar sua criação ou se aventurar no mundo. A ideia desse sistema é fazer os jogadores ganharem experiência como criadores, sabendo o que torna suas criações melhores.

A fase do espaço de Spore não terá um final. Essa última fase vai fazer o jogador usar tudo o que ele aprendeu no jogo para terraformar planetas, criar novos ecossistemas e gerenciar seu império. Você poderá abduzir criaturas de um planeta e “experimentá-las” em outro e, se os ecossistemas forem compatíveis, ela vai sobreviver. Existem milhares de planetas, e será impossível para um jogador visitar cada um deles.

O sistema de compartilhamento do jogo se chamará Sporepédia, e ele permitirá que você “escaneie” praticamente tudo o que aparece no jogo — desde criaturas e edifícios e veículos até plantas e planetas e sistemas estelares inteiros. A Sporepédia organizará todo esse conteúdo em “cartões” como as cartas de um super-trunfo, com estatísticas e informações de cada criação, e organizá-las por planeta e sistema estelar da galáxia.

Duas novas imagens do jogo foram divulgadas no artigo:

Uma criatura com dentes afiados e plumas tapando os olhos

Um planeta com água bem azul e continentes bem verdes

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