Depois da palestra “The Future of Content” que Will Wright deu na GDC, o site GameSpot publicou um artigo sobre o que viu, e o que achou da demonstração de Spore.

A seguir publicamos os trechos mais interessantes, mas você pode conferir o artigo completo aqui, em inglês.

Mais do que em outros jogos, [Will Wright] explicou, ele procurou criar um senso de propriedade (das criaturas e civilizações que o jogador cria), bem como domínio (sobre a interface, que se torna mais complexa com o aumento de escala do jogo). O objetivo é dar ao jogador ferramentas simples para fazê-los sentir como eles têm uma enorme influência sobre a natureza do jogo em si. O jogo, então, se torna o que ele chamou de “um aplificador criativo para o que o jogador fez”.

Por causa da natureza comprimida do conteúdo, disse, o jogo permite a geração de enormes bibliotecas de conteúdo. Além disso, são pequenos é facilmente portáteis. Os jogadores podem interagir com criaturas, edifícios, sociedades, planetas e sistemas estelares criados por outros jogadores.

A apresentação de Wright indicou que a paixão que inspirou o design de Spore foram os brinquedos de sua infância: Star Trek, Ursinhos Carinhosos, Guerra dos Mundos, Kid Pix, Pac-Man, Lego, para citar apenas alguns. Aparentemente, os emergentes editores do Spore são a personificação de brinquedos, conteúdos e filmes que incorporam a jogabilidade. Ele fez parecer que esperou a vida inteira para fazer esse jogo.