Sobre a Tecnologia Processual de Spore

The Ages Blog:

Spore usa texturas processuais para dar ao jogador um escopo praticamente ilimitado para pintar suas criaturas, e uma revolucionária tecnologia de animação que determina como elas se movem, caçam, lutam, acasalam e até mesmo dançam. Mas menos divulgada é a tecnologia de som processual de Spore. Criaturas únicas ganham vozes pelos algoritmos que levam em conta o tamanho, a idade, a biologia, a estrutura e até mesmo o comportamento da criatura. Ainda mais impressionante é a trilha sonora processual. O rocker progressivo Brian Eno cooperou com a Maxis para escrever e gravar pequenos pedaços de música para o jogo. Seguindo eventos dentro do jogo, esses elementos serão manipulados processualmente para criar uma dinâmica musical que não repete e que respeita a ação, seja ela uma luta, uma caça ou uma exploração espacial silenciosa.

Esse é um excelente artigo sobre como a tecnologia processual de Spore age em praticamente todos os elementos do jogo, o que cria um senso de descoberta e novidade permanente e permite que o jogo não fique muito pesado, porque as mesmas partes são usadas pelos algoritmos do jogo de maneiras diferentes. O artigo também dá uma olhada na história dessa tecnologia processual, passando por outros jogos que a usaram de uma forma ou de outra, começando pelo jogo Elite em 1984.