Prévia de Spore na revista Game Informer

GameInformer:

Você aprende que suas habilidades sociais influenciam diretamente a fase da Civilização, onde a evolução da sua espécie fica em segundo plano enquanto você constrói a fundação de uma sociedade alienígena. Aliados e inimigos são determinados pelas suas ações nos estágios anteriores, então jogadores hostis vão ter encontrar mais alguns inimigos em seus portões. As tendências entre as habilidades de comunicação e de combate dão lugar à filosofias: doutrinas militares, religiosas ou econômicas, todas podem ser usadas para dominar sociedades rivais e dar mais força à sua espécie.

Gameplayers acredita que Spore será um fracasso

Não é de hoje que as pessoas supõem que Spore seja um provável fracasso de vendas. A gente postou em 2006 uma previsão de que Spore não seja um sucesso do tamanho de The Sims (eu acho que todo o mundo acredita que ninguém consegue bater The Sims, nem mesmo o Spore).

Mesmo assim, o site Gameplayers listou uma série de motivos pelos quais eles acreditam que Spore vai ser um fracasso, entre eles o fato do jogo não ser The Sims (mas sei lá, nenhum jogo é The Sims, com a exceção de The Sims), não tem multiplayer e os atrasos mataram o interesse (hmm…).

Spore quer simular a evolução da vida. Jogadores recebem um planeta e devem jogar como Deus, criando, editando e personalizando uma série de monstros desde a fase microscópica até o fim como criaturas super-inteligentes e voadoras pelo espaço. Cada planeta será único, com quase infinitas opções de design para criar seus organismos, sem falar da diferenciação exponencial que ocorre ao unir espécies. Finalmente, usuários poderão enviar seus planetas para uma galáxia virtual, onde outros jogadores poderão interagir.

Legal, né? Nós tivemos a oportunidade de sentar com Will Wright e fazer um tour pessoal pela sua visão pelo que parece ser o projeto mais impressionante sendo desenvolvido no mundo, em qualquer formato. Se ele conseguir fazer isso, vai ser uma coisa do futuro. Mas mesmo se ele conseguir acertar tudo, vai ser difícil de vender Spore.

Aqui vai um resumo: é o resultado de uma série de motivos que vamos detalhar a seguir, mas Spore está mirando exatamente no meio das audiências mainstream e de jogadores, e pode acabar atraindo ninguém.

Confira o artigo completo aqui.

Spore estará em feira de ficção científica em Londres (e talvez seja jogável!)

Spore estará em exibição em um evento de ficção científica em Londres no mês que vem.

Ainda não é certo, mas os organizadores sabem que a EA estará demonstrando jogos lá, e talvez Spore seja um deles. Esse artigo revela algumas informações:

Ainda não está definido quais jogos estarão lá em demonstrações jogáveis, mas um dos organizadores do evento nos disseram que “a maioria deles” estará disponível para testes. Nós quase jogamos Spore e Dead Space, então parece provável.

Se você mora em Londres ou estiver pela Inglaterra no mês que vem e quer ter a chance de ver Spore de perto, confira a programação e o preço dos ingressos no site do evento.

Jornal britânico testa Spore

O jornal britânico The Times publicou uma prévia de Spore. A esse ponto eu não sei se as prévias vão trazer alguma novidade, porque teoricamente o jogo já está quase pronto.

Mesmo assim, é uma boa lida porque o artigo nota as semelhanças de Spore com The Sims. Não em termos de jogabilidade — os jogos são bem diferentes para se jogar — mas em termos da relação que eles criam com o jogador.

The Sunday Times:

Para entender Spore, você precisa entender The Sims. E para entender os dois você precisa entender [Will] Wright, a condição humana, a história cósmica e a evolução do que Wright chama de “meta-cérebro”, a inteligência agregada de milhòes de pessoas online. Eles podem ser só jogos hoje mas, se Wright estiver certo, eles serão os precursores da futura condição humana.

A Evolução de Spore (prévia)

O site MacLife publicou uma excelente prévia descrevendo as diferentes fases do Spore (nada de novo, mas é bem escrito) e como a sua criatura evolui entre eles. Eles também fizeram uma boa descrição de como o jogo se desenvolve, e quanto tempo eles ficaram em cada fase até enjoarem:

Os editores de criatura são o cerne da criatividade de Spore, um misto de Sr. Cabeça de Batata e o Maya. Depois de ganhar pontos suficiente e atualizar opções — geralmente comendo inimigos — você vai poder adicionar uma dúzia de partes. Cada traço impacta diretamente a performance da criatura no mundo. Braços grandes dão força, pernas extras aumentam a velocidade, e um rabo espinhento adiciona uma arma que está sempre à disposição. Mas também existem chifres, antenas, narizes, bocas e praticamente todo o tipo de parte do corpo.

Essas partes vão bem em qualquer lugar. Ao invés de haver uma animação pré-programada, o motor gráfico entende suas escolhas e as posições das partes e como isso vai afetar a criatura. Adicione pernas fortes atrás do corpo, e o jogo vai fazer a criatura rebolar. Adicione uma terceira parte como um ombro estranho. Você controla o tamanho do pescoço, a forma do corpo, e praticamente todo o resto, e o jogo vai trazer a criatura à vida automaticamente.