Kotaku: Prévia de Spore

Kotaku:

Minha preocupação, depois de assistir a demonstração em Leipzig no ano passado, era de que o jogo não poderia exceder as expectativas das suas ferramentas de criação espetaculares que são uma parte integral de Spore. Eu estava preocupado de que o jogo seria mais uma série de joguinhos colados um ao lado do outro, e não um jogo em si.

Meu tempo com o jogo fez questão de ver que minhas preocupações não são necessárias.

1UP: Prévia do estágio de civilização

1UP:

Para começar a jogar mais rápido, eu decidi usar a Sporepédia; esse navegador de conteúdo único diminui as fronteiras entre os conteúdos criados pelos desenvolvedores e pela comunidade. O que você vê na Sporepédia depende de um número de fatores, incluindo como você jogou o jogo até então, temas que você usou, e fontes de conteúdo que você assinou. Um sistema rico de tags permite que você efetue uma categorização completa, que permite que você veja o que há de mais relevante para o seu mundo.

Para esse estágio, Wright e eu escolhemos um veículo que parecia algo que teria na casa de Monty Burns. Parecia adequado, considerando que o objetivo do estágio é conquistar o planeta inteiro. O estágio de Civilização introduz três maneiras para atingir o domínio global. Se você começa com uma cidade religiosa, você precisa criar fé e enviar missionários para converter cidades rivais para a sua causa. Ou você pode se transformar em um militar e conquistar um exército para dominar o mundo na base da força.

Joystiq: Primeiras impressões de Spore — o jogo completo

Joystiq:

na nossa vez, um grupo de meia dúzia de jornalistas foram chamados para a sala de demonstração. Will Wright estava sentado em um terminal e, depois de uma breve introdução, nós começamos. Eu primeiro comecei brincando com a interface, impressionado com a decisão mais simples: por onde começar. Spore é quase que cinco simulações distintas — célula, criatura, tribal, civilização e espaço —, e cada uma oferece objetivos únicos e um tipo de jogo único. Depois de uns problemas, eu decidi começar no Espaço e, depois de selecionar uma nave espacial (um Mario em 8-Bit) de uma Sporepédia já cheia de conteúdo (e isso só pelos designers da Maxis!), eu comecei a explorar o aparentemente infinito espaço sideral.

MTV Multiplayer: Impressões de Spore

MTV Multiplayer

Depois que Wright terminou, eu sentei no computador com ele e comecei a jogar o estágio inicial de Spore, célula. Eu assisti uma cena que mostra um meteorito atingindo o oceano de um planeta, quando o jogo começa. O primeiro estágio parece muito com flOw, o jogo para PS3 e PC, onde o jogador comanda sua criatura, nadando em um oceano infinito com alimentos e inimigos, come uma quantidade de comida e evoluindo para a próxima camada do oceano. Outros seres celulares coloridos são criados pelos desenvolvedores do jogo, e é a única parte do jogo que não envolve a polinização de conteúdos criados por usuários. Um produtor do Spore que estava presente me disse que os desenvolvedores queriam um ritmo bem específico para esse estágio.

GameDaily: 30 minutos com Spore

GameDaily:

30 minutos jogando Spore — mesmo com um game designer célebre como Will Wright falando ao seu lado para “voar até ali” e “experimente esse estágio” — e não foi nem perto do tempo suficiente para ver o que é possível nesse jogo do mesmo criador do recordista de vendas de The Sims.

A grande dúvida continua: o homem por trás de The Sims vai conseguir lançar outro sucesso gigantesco? Ao permitir que jogadores criem formas de vida únicas e as guie pela existência através de cinco estágios — célula, criatura, tribo, civilização e espaço —, vendo-as evoluir e, quando atingir o ápice, se afastar pelo espaço até Alfa Centauri. É um jogo repleto de coisas que fãs de ficção científica vão amar. Mas não-jogadores ou jogadores casuais vão correr atrás de Spore como eles correram atrás de The Sims?